SILÊNCIO! Quietude que fala mais que mil palavras “Até o tolo, quando se cala, é tido por sábio” (Provérbios 17:28) “O Senhor está no seu santo templo; calem-se diante dele toda a terra” (Habacuque 2:20) Até que ponto o silêncio é importante em nossa vida? Essa foi a pergunta que me fiz nos últimos dias, depois de um bom tempo longe dos posts de internet… Será que estamos prontos para silenciar? A partir desse ponto analisemos o contexto do silêncio. Para começar vamos descrever o significado de SILÊNCIO de acordo com o dicionário: – Ausência de qualquer som ou ruído; quietude; silêncio absoluto. O estado ou fato de estar em silêncio; mudez. Ausência ou omissão de menção, comentário ou preocupação expressa. Vivemos em um mundo barulhento, onde os sons nos distraem e contribuem para a nossa inquietação e dispersão. Muitas vezes perdemos a vontade de estarmos conoscos mesmos. Sentimos medo de nos ouvir, pois é justamente na ausência de sons que nossos pensamentos gritam desesperadamente, exigindo atitudes e reflexões que há muito estávamos evitando em ter. É quase uma guerra interna! Em nosso mundo acelerado e hiperconectado, o silêncio pode parecer artificial. Seja navegando pelas redes sociais ou participando de uma conversa, estamos acostumados à estimulação constante. Momentos de silêncio interrompem esse ritmo, nos deixando cara a cara com nossos pensamentos, e às vezes, esse é o último lugar onde queremos estar. O silêncio muitas vezes nos força a confrontar o desconforto, seja a estranheza em interações sociais ou inseguranças mais profundas que preferiríamos evitar. Isso é particularmente verdadeiro para pessoas que sofrem de ansiedade social. A falta de ruído externo cria uma câmara de eco para dúvidas internas, levando a espirais de excesso de reflexão. Além disso, o silêncio em conversas é frequentemente visto como uma falha de comunicação. Muitos de nós nos sentimos responsáveis por manter um diálogo, temendo que uma pausa sinalize desinteresse, tédio ou até mesmo conflito. Na realidade, o silêncio é uma parte natural da interação humana — mas somos condicionados a preenchê-lo, muitas vezes à custa de uma reflexão ou conexão significativa. As citações sobre o silêncio servem como lembretes de que, em momentos de quietude, há uma grande oportunidade para a introspecção. A voz suave da nossa verdadeira natureza interior fala do coração, não da cabeça. Ouvir essa voz envolve um processo de esforço interior. Citações sobre o silêncio frequentemente destacam seu poder como fonte de força, sabedoria e comunicação profunda, enfatizando que “o silêncio é um verdadeiro amigo que jamais trai”; representa profunda reflexão, o “sono que nutre a sabedoria” e “a arma suprema do poder”. De acordo com a psicologia, o silêncio pode representar inúmeras coisas, sendo uma forma complexa de comunicação, atuando tanto como defesa emocional quanto como espaço terapêutico para reflexão e organização interna. Pode indicar resistência, traumas ou medo de conflitos, mas também é um “superpoder” que aumenta a criatividade, autoconsciência e reduz o estresse. Na Terapia: Permite ao paciente processar pensamentos, sem interrupções, facilitando o autoconhecimento. Ele pode representar a resistência do paciente com as próprias emoções, não sendo apenas uma ausência de fala. Nas Relações Interpessoais: Calar-se para evitar conflitos é frequentemente uma defesa emocional que, a longo prazo, gera frustração e ansiedade. Pode indicar baixa autoestima ou medo, sendo também usado para estabelecer limites. Como Ferramenta de Poder: O silêncio estratégico, ou a falta de ação, pode ser usado para controlar situações, gerar ansiedade no outro e forçar decisões, mostrando controle interno e paciência. Benefícios Psicológicos: Momentos de quietude ajudam a diminuir a sobrecarga sensorial, aumentando a concentração e o autoconhecimento, permitindo que a pessoa se conecte com o momento presente. E na bíblia, o que o silêncio significa? Na Bíblia, o silêncio significa um estado profundo e ativo de reverência, confiança e atenção espiritual, e não apenas a ausência de ruído. Representa uma pausa sagrada para ouvir a Deus (Salmo 46:10), uma demonstração de humildade e autocontrole (Provérbios 17:28) e um tempo para aguardar a justiça ou a direção de Deus. Segundo às escrituras, Deus não fala em grandes demonstrações, mas em um “sussurro suave”, exigindo silêncio para ouvi-lo (1 Reis 19:11-12). Períodos em que Deus parece estar em silêncio são frequentemente momentos intencionais para desenvolver fé, maturidade e oração mais profunda (Salmo 27:8, Cântico dos Cânticos). Como visto com os amigos de Jó, a companhia silenciosa pode ser uma forma poderosa de empatia em tempos de sofrimento (Jó 2:13). As Escrituras enfatizam o equilíbrio, observando que há “tempo de calar e tempo de falar” (Eclesiastes 3:7). É uma ferramenta para o crescimento espiritual e um testemunho de paciência. E você? Há quanto tempo calou o exterior para ouvir o seu interior?
ALIMENTAÇÃO x CANSAÇO
Por quê sentimos sono após uma refeição? Ah! Como é bom comer! Sem preocupação, sem pensar em nada, não é verdade? E depois de comer bem, vem o quê? Aquela famosa preguicinha. E se eu te dissesse que esse estado de moleza que vem depois de uma grande refeição não está atrelado a você, mas ao tipo de alimento que você consumiu? É isso que veremos no artigo de hoje. Para começar, precisamos lembrar que dar atenção aos alimentos que colocamos no prato é fundamental, já que a principal função do alimento é fornecer energia ao organismo. O ato de comer não é o único responsável pela sensação de sonolência que às vezes surge após uma refeição. Na verdade, você ainda pode sentir essa queda de energia depois do almoço mesmo se pular essa refeição. Dito isso, pesquisas indicam que é mais provável que você se sinta cansado depois de comer alguns alimentos do que outros. E para fazer a digestão desses alimentos o nosso organismo precisa de energia. Quando as substâncias ingeridas são mais leves, o gasto energético é menor. Porém, quando é preciso metabolizar gorduras e açúcares, por exemplo, o corpo tem maior dificuldade — dessa maneira, gasta mais energia. Alimentos ricos em gorduras saturadas, açúcares refinados e ultraprocessados, como frituras, doces e refrigerantes, podem causar cansaço porque exigem mais energia do corpo para serem digeridos. Bebidas com cafeína em excesso, como café e chás preto/verde, e o álcool também podem levar à fadiga, respectivamente, pela dependência de cafeína ou porque o álcool é um sedativo e afeta a qualidade do sono. Veja abaixo: 1)Alimentos ricos em gordura e ultraprocessados Frituras: São de difícil digestão, exigindo que o corpo gaste mais energia e concentre a circulação na área digestiva, resultando em letargia. Fast food: Alimentos ultraprocessados, ricos em gorduras e açúcares, podem sobrecarregar o corpo e levar à inflamação. Carnes processadas: Salsicha, presunto e linguiça são exemplos de alimentos que podem causar fadiga devido ao alto teor de gordura e sódio. 2)Açúcares e carboidratos refinados Doces, refrigerantes e carboidratos refinados: Causam um pico rápido de açúcar no sangue, seguido por uma queda brusca, o que pode levar à sensação de cansaço e indisposição. Pão branco, massas e bolos: São digeridos rapidamente, gerando um pico de energia que logo é seguido por um “apagão” energético. 3)Bebidas com cafeína e álcool Cafeína: O consumo excessivo de café, chás preto e verde e guaraná pode atrapalhar o sono, criando um ciclo de cansaço no dia seguinte. Álcool: Prejudica a qualidade do sono, levando a uma sensação de cansaço e indisposição. Em excesso, pode causar ressaca e afetar a capacidade cognitiva. 4)Alimentos com melatonina: A melatonina é um hormônio que sinaliza ao corpo que é hora de dormir. Certas frutas, nozes e grãos contêm melatonina naturalmente, incluindo cerejas ácidas e suco de cereja, tomates, nozes e leite. Consumir esses alimentos, especialmente em porções maiores ou junto com uma refeição rica em carboidratos, pode levar à sensação de sonolência, aumentando os níveis de melatonina circulante no corpo. 5) Alimentos que contêm triptofano: O triptofano é um aminoácido que o corpo converte em serotonina e, posteriormente, em melatonina, ambos neurotransmissores que desempenham papéis importantes na regulação do humor e do sono. Fontes comuns de triptofano incluem peru e frango, ovos, queijo, produtos de soja como tofu e sementes de abóbora. Embora esses alimentos isoladamente não causem sonolência, consumi-los como parte de uma refeição grande ou rica em carboidratos pode intensificar aquela sensação de “coma alimentar” após a refeição. 6)Outros fatores Dietas restritivas e monótonas: Podem levar a deficiências nutricionais importantes, como falta de vitaminas e minerais, o que prejudica o metabolismo e causa fadiga. Alergias e intolerâncias alimentares: Podem ser a causa da fadiga crônica. Sono perturbado ou privação de sono: Se você dorme mal à noite ou não dorme o suficiente, a sonolência após as refeições tende a ser mais intensa devido ao aumento da necessidade de sono. Níveis altos ou baixos de açúcar no sangue: A fadiga pode ser um sintoma tanto de níveis altos quanto baixos de açúcar no sangue. Pessoas com diabetes são mais suscetíveis a esses problemas, devido à dificuldade em regular os níveis de açúcar no sangue, o que pode ser causado pela administração excessiva ou insuficiente de insulina exógena. Níveis altos ou baixos de açúcar no sangue também podem resultar da dieta, do consumo de álcool ou de alterações nos níveis de atividade física. DICAS PARA VOCÊ DIMINUIR AS CHANCES DE SE SENTIR CANSADO DEPOIS DE COMER Priorize o sono: A sonolência após as refeições pode piorar significativamente se você não dormir o suficiente e tiver uma boa qualidade de sono. Por isso, é importante adotar hábitos saudáveis de sono. Adote uma dieta à base de plantas: Pesquisas indicam que dietas nutritivas, ricas em vegetais, frutas e nozes, e com baixo teor de gorduras saturadas, alimentos processados e sobremesas, estão associadas a níveis reduzidos de sonolência diurna. Preste atenção ao tamanho das refeições: Uma refeição mais leve, com menos calorias, provavelmente causará menos sonolência do que uma refeição pesada ou com alto teor calórico. Ou seja: evite comer em excesso. Use a luz a seu favor: A luz serve como um importante sinalizador circadiano, então caminhar ao sol ou passar meia hora em frente a uma caixa de luz pode ajudar a reduzir ou evitar a fadiga após as refeições. Faça exercícios: Se sua agenda permitir, pratique exercícios de intensidade moderada, como caminhada rápida ou um passeio de bicicleta, antes que o cansaço pós-refeição apareça. Isso pode ajudar a aumentar a energia e evitar a fadiga. Mantenha-se hidratado: Beber bastante água ao longo do dia pode melhorar o estado de alerta e evitar a sonolência. Tome uma xícara de café ou chá: Se quiser evitar a sonolência após o almoço, considere tomar uma bebida com cafeína. No entanto, para evitar distúrbios do sono noturno, certifique-se de evitar a cafeína por pelo menos oito horas antes de dormir.
SOCORRO, DESCOBRI QUE ESTOU ENVELHECENDO AOS 30 ANOS!! SERÁ QUE ESTOU PREPARADO(A) PARA ISSO? A geriatra Maisa Kairalla, da Universidade Federal de São Paulo e da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, ensina como se preparar para a idade derradeira. Meu mundo caiu com essa descoberta! Todo mundo sabe, que desde o momento que saímos da barriga da nossa mãe, nosso temível relógio da vida começa a girar e dia após dia estamos mais velhos que o dia anterior. Mas estudos indicam que é a partir da terceira década de vida (30 anos) que o processo de envelhecimento começa a se acentuar e trata-se de um fenômeno totalmente natural. É para se preocupar? Talvez sim … ou não. Isso dependerá do COMO e não do QUANDO tudo começa. Mas esse papo é para um outro momento. COMO ENVELHECER DE MODO SAUDÁVEL (a partir dos 30 anos de idade !!) Quando pensamos em COMO envelhecer e não em QUANDO envelhecer é que a mágica acontece. Com esse pensamento podemos mudar hábitos e procurar manter tanto a saúde física como a mental e emocional. E é claro que tais atitudes devem começar muito antes dos 60 anos de idade. Saiba que 70% do processo de envelhecimento dependem de nós e dos nossos comportamentos (incluindo o acompanhamento médico). Só 30% podem ser atribuídos à genética. Fatores como escolhas alimentares, sedentarismo ou não, controle do estresse influenciam no processo de envelhecimento saudável, mas existe um critério que quase todo mundo deixa passar batido que é ter um propósito de vida. Precisamos ter objetivos, princípios e ideias que nos movam. E você? Qual é seu maior objetivo nesse momento? Conta para mim.
DIETAS PARA PESSOAS COM MAIS DE 50 ANOS
À medida que as mulheres se aproximam dos 50 anos, seus corpos se preparam e passam pela menopausa e outros efeitos colaterais do envelhecimento. Assim, muitas precisam adotar abordagens novas e diferentes para manter a saúde, inclusive adaptando a dieta para obter os nutrientes necessários. Como esse é um momento em que ela sofre flutuações hormonais, podem aparecer alterações no metabolismo e no peso corporal. Da mesma forma, osteoporose, osteoartrite e alterações na regulação do açúcar no sangue (a resistência à insulina pode ocorrer devido a alterações hormonais), são outras condições que as mulheres com 50 anos ou mais podem enfrentar. Dito isso, confira as melhores dietas, ou melhor, estilos de vida, para mulheres acima de 50 anos que podem ajudar a apoiar massa muscular saudável, equilíbrio hormonal e controle adequado do peso. Dieta mediterrânea A dieta mediterrânea é ótima para a saúde do coração e pode prevenir câncer e diabetes. Não restringe ou elimina nenhum grupo de alimentos, mas incentiva tudo com moderação. Enfatiza os carboidratos de frutas e vegetais, além de grãos integrais, que possuem muita fibra e que deixam você se sentindo satisfeito por mais tempo. Seu cardápio prioriza gorduras ômega-3, encontradas em alimentos como peixe e azeite, que também aumentam a saciedade, além de ajudar na produção de hormônios. Ainda é rica em proteínas, tanto em produtos vegetais quanto em animais. Este nutriente é importante para mulheres com 50 anos ou mais, que precisam dele para combater a perda muscular que ocorre com a idade. Dieta paleolítica A dieta paleolítica (ou simplesmente paleo) é um plano de refeições rico em proteínas e com pouco carboidrato, rico em ovos, vegetais, frutas, nozes e carne não processada. Sua natureza mais baixa em carboidratos é benéfica para mulheres na faixa dos 50 anos, que podem estar lidando com a resistência à insulina e são incapazes de processar carboidratos como antes. Também, paleo não possui soja ou laticínios, o que pode ajudar com as alterações hormonais, já que o excesso de soja e hormônios encontrados em produtos lácteos convencionais podem levar a altos níveis de estrogênio, fazendo com que armazenem gordura nas coxas e quadris. Da mesma forma, inclui boas gorduras que promovem a produção saudável de hormônios. Dieta do alimento integral (whole foods) A dieta do alimento integral, ou dieta limpa, evita todos os alimentos processados, o que pode impedir a inflamação. Essa metodologia também pode ajudar a gerenciar hormônios, devido ao fato de que alimentos integrais não possuem antibióticos ou conservantes, que podem ser grandes desreguladores hormonais. Esse plano alimentar se concentra em comida de verdade, como frutas, legumes, legumes, grãos integrais, peixe, carnes e gorduras saudáveis. Assim, a falta de alimentos processados resulta em melhor estabilidade do açúcar no sangue e menos gordura abdominal. Com isso, o alto número de nutrientes e fibras nesses alimentos proporciona sensação de saciedade, evitando excessos.
Nossa! Já reparou que vira e mexe voltamos sempre ao mesmo assunto? Não é de hoje que ouvimos que, para se ter uma saúde melhor, é necessário combinar alimentação saudável com exercícios físicos. E, claro, não poderia ser diferente quando estamos falando sobre beleza e bem estar. Não adianta de nada “morarmos” dentro de uma academia, se não cuidamos do que colocamos em nossa mesa. Secar a barriguinha, se tornou um troféu para aqueles que conseguem chegar nesse patamar. Não posso dizer que é uma coisa fácil, porque envolve vários aspectos multidisciplinares, mas também não é nada que não possa ser conquistado com muita perseverança e foco. Pensando em ajudá-lo(a), irei listar alguns alimentos que são considerados termogênicos, ou seja, possuem a capacidade de queimar calorias. Se liga! Embora soe um tanto estranho, é verdade que a gordura auxilia na queima da gordura corporal como veremos a seguir… a)Abacate: Boa fonte de gordura monoinsaturada, uma dessas substâncias que, segundo especialistas, “atacam” a gordura do abdômen. b)Frutas vermelhas (morango, cereja e amora): São ricas em antocianina, um pigmento natural com função antioxidante que ajuda na queima de gordura abdominal. c)Vinagre de maçã: Esse tempero contém ácido acético, substância que inibe o apetite, acelera o metabolismo e evita picos de insulina. Ou seja, o vinagre ajuda a dar uma sensação de saciedade por mais tempo e ainda contribui para a queima de gordura ao acelerar o metabolismo. Além de atuar no controle de peso, é mais eficaz na ação diurética e na eliminação de toxinas. d)Gengibre: Possui propriedades anti-inflamatórias, além de ser um alimento termogênico, que ajuda a acelerar o metabolismo. O gengibre ainda facilita a digestão de alimentos gordurosos e melhora o funcionamento do intestino. e)Semente de chia: Conhecida por formar uma espécie de gel no estômago e, com isso, trazer mais saciedade, ela é fonte de fibras solúveis. Sendo assim, ajuda no controle do apetite e, consequentemente, diminui o volume abdominal. f)Pimenta: Fonte de capsaicina, que favorece o aumento da quebra de gorduras no tecido adiposo. g)Cúrcuma ou açafrão: Aumenta a produção de adiponectina, hormônio relacionado à queima das gorduras. h)Ênfase em proteínas: Procure ter sempre proteína no café da manhã, almoço, jantar e lanches intermediários, combinando alimentos proteicos com carboidratos de qualidade. i)Alimentos diuréticos: Aposte na erva doce, salsão, coentro, berinjela, endívias, alho, limão, noz-moscada, cebola, salsa, hortelã, abacaxi, melancia e maracujá. Quer mais DICAS para queimar a gordura para valer? Anota aí! *Bote os dentes para trabalhar… Mastigar bem faz toda a diferença na hora de “enxugar” a barriguinha, pois facilitamos a digestão e evitamos o estufamento do abdome. *Coma menos e mais vezes, sem pressa e em ambiente calmo… O excesso de comida faz volume no estômago. *Prefira alimentos de fácil digestão… Frutas, grãos integrais e verduras passam rapidamente pelo intestino, enquanto que alimentos de absorção lenta, como por exemplo, queijos, carne vermelha, grão-de-bico, repolho, couve-flor e doces, favorecem a fermentação, responsável pelo aspecto da barriga inchada. *Capriche nas fibras, mas sem exagero… Elas ajudam o intestino a funcionar, o que elimina aquele aspecto de abdome estufado, e estão presentes nas frutas, nas hortaliças e nos produtos integrais, como granola, aveia e linhaça. Mas se exagerar na quantidade, pode provocar cólicas e inchaço. Sempre beba bastante líquidos durante o dia para facilitar a eliminação do excesso de fibras. *Troque alimentos refinados por integrais… Além de terem mais fibras e ajudarem o intestino a funcionar melhor, esses alimentos baixam o índice glicêmico, o que evita a produção excessiva de insulina, hormônio que estimula o organismo a estocar gordura. Deixe de lado o pão, o arroz, a farinha e a massa convencional e opte pelas versões integrais. *Cuidado com alimentos salgados… Eles provocam retenção hídrica, responsável pelo aspecto de inchaço no corpo. Atenção para azeitonas, anchovas, salgadinhos em geral, picles, carne seca, defumados e embutidos (salame, presunto, bacon), queijos salgados e muito temperados (gorgonzola, parmesão, roquefort), catchup e molhos prontos para saladas. *Beba muita água… Pelo menos dois litros ao longo do dia, mas não durante as refeições, o que dificulta a digestão e favorece a fermentação – e o aumento do volume abdominal. Os líquidos, como água, chás e sucos, além de ajudarem a regular o intestino, permitem também a eliminação do sal. Quanto mais se bebe, mais diluído fica o sódio e mais facilmente ele vai embora com a urina. Mas bebidas gasosas ficam fora dessa, pois dilatam a barriga.
NÚMERO DE VEGANOS CRESCE 3,2% NO BRASIL Pesquisa realizada pelo Ibope no ano de 2018, encomendada pela Sociedade Vegetariana Brasileira revela que, cerca de 7 milhões de pessoas seriam adeptas do veganismo (3,2% da população). Muitos famosos se tornaram veganos e o que mais se escuta na internet quando o assunto é alimentação, é a palavra: vegano. Mas o que é o veganismo? Boa pergunta! Será que você realmente sabe o conceito de ser vegano? Vamos às explicações para podermos entender um pouco melhor. Antes de mais nada é necessário entender que o veganismo é um modo de viver, que prega pensamentos contra a exploração animal de todas as formas possíveis. Desse modo, pessoas que se consideram veganas não utilizam roupas feitas a partir da pele de animais, por exemplo, ou produtos de higiene e beleza com derivados ou que foram testados em animais. Por conseguinte, é claro, a alimentação também é restrita! Então, você deve estar se perguntando… e os vegetarianos? Vegano e vegetariano é a mesma coisa? E a resposta é… NÃO! Eles são semelhantes. Enquanto os vegetarianos buscam diminuir o consumo de produtos de origem animal, focando no setor alimentício, ou seja, eles não consomem nenhum tipo de carne e derivados de animais – quando pertencentes ao grupo dos estritos – ou não ingerem as carnes, mas incluem alguns derivados (como leite, para os lactovegetarianos, ou ovo e leite, para os ovolactovegetarianos); os veganos propagam um ideal de se afastar de qualquer produto que se relacione com a exploração animal, seja ele uma comida ou algum meio de entretenimento. PRÓS e CONTRAS DO VEGANISMO Na SAÚDE: A eliminação dos componentes animais diminui em 15% a chance de desenvolver câncer – em relação a quem consome carne animal e derivados –, de acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de Florença (Itália). Além disso, pesquisas realizadas por membros do Comitê dos Médicos para uma Medicina Responsável (EUA) mostraram uma menor tendência de desenvolvimento de diabetes mellitus, do tipo 2, por pessoas com excesso de peso ao se submeterem ao veganismo. Com a dieta vegana e a ausência do consumo de carne, a tendência também é que o chamado colesterol ruim (LDL) seja baixo e isso faz com que muitos dos riscos decorrentes do consumo de carne, como o entupimento dos vasos sanguíneos, fiquem longe dos que adotam uma dieta vegana. RISCOS na DIETA: Mesmo indicando diversos benefícios à saúde, os veganos também podem adquirir alguns problemas ligados à falta de alguns nutrientes essenciais na dieta do dia a dia. Podemos citar alguns principais nutrientes que são ricos em dietas onívoras (que também incluem carne) e que são essenciais ao organismo, como as proteínas, a vitamina B12, o ferro, a vitamina A, a vitamina D e o ômega 3. É importante entender que, qualquer mudança de comportamento alimentar deve ser submetido ao aval de profissionais competentes, como nutricionistas, além de realizar exames, para analisar os níveis de cada nutriente no sangue e, se necessário, recorrer a outras fontes desse compostos que não envolvam carne animal. Muitos deles são possíveis repor a partir de diversos alimentos vegetais comuns, enquanto outros podem ser obtidos de alimentos enriquecidos ou suplementos. Será necessário aumentar a ingestão de leguminosas (feijão, lentilha, grão de bico, soja, ervilha) que é o grupo de alimentos que tem mais proteína e mais ferro. DIETA VEGANA: o que comer? Quando a pessoa decide por ser vegana, ela precisa fazer substituições importantes na dieta para que não sofra com deficiências nutricionais, e uma das fontes que merecem atenção é o ferro. Neste caso, entre os vegetais, existem ótimas substituições, destacando as folhas verde-escuras (agrião, couve, cheiro-verde, taioba), as leguminosas (feijões, lentilha, grão-de-bico, ervilha), os grãos integrais, as oleaginosas (nozes e castanhas), melado de cana-de-açúcar, rapadura e açúcar mascavo. Uma dica importante é combinar os alimentos ricos em ferro com o consumo da vitamina C, presente nas frutas cítricas, para melhorar a absorção do ferro pelo organismo. A dieta vegana normalmente é rica em leguminosas, vegetais, cereais e frutas, incluindo alimentos como: Grãos integrais: arroz, trigo, milho, quinoa, amaranto; Leguminosas: feijão, grão-de-bico, soja, ervilha, amendoim; Tubérculos e raízes: batata inglesa, batata baroa, batata doce, mandioca, inhame; Frutas: manga, laranja, limão, abacate, banana, mamão, maçã, pera; Vegetais: couve, tomate, acelga, brócolis, chuchu, espinafre; Sementes: chia, linhaça, gergelim, semente de abóbora e de girassol; Oleaginosas: castanhas, amêndoas, nozes, avelãs; Derivados de soja: tofu, tempeh, proteína de soja, miso, seitan, tahine,; Outros: leites vegetais, azeite de oliva, óleo de coco. Também é possível transformar receitas tradicionais em opções veganas, ou adquirir em supermercados ou lojas naturais, produtos prontos como, salsichas de soja, leite vegetal, hambúrguer de grão de bico, de feijão ou de lentilha, por exemplo. Seja qual for sua opção, o importante é que você se sinta bem!
De acordo com o dicionário, o conceito de MENTALIDADE é: substantivo feminino estado, qualidade daquilo que é mental, do que caracteriza os processos e atividades da mente. conjunto de manifestações de ordem mental (crenças, maneira de pensar, disposições psíquicas e morais), que caracterizam uma coletividade, uma classe de pessoas ou um indivíduo; mente, personalidade. Pode-se dizer que a mentalidade é a forma de entender a própria existência. A mentalidade, tanto individual quanto coletiva, depende da tradição cultural, a educação recebida pela família e as circunstâncias sociais e históricas de cada época. Em alguns casos, a forma como um indivíduo pensa pode estar relacionada à sua herança genética. TIPOS DE MENTALIDADE Quando falamos em mentalidade estamos nos referindo, diretamente, ao nosso mindset. Essa palavra, mindset, que se tornou figurinha fácil nos setores empresariais, diz respeito sobre nossa mentalidade, a forma como organizamos nossos pensamentos, e como tomamos nossas decisões. É muito importante manter o mindset organizado e equilibrado, para conseguir desenvolver melhor suas competências e obrigações e alcançar os objetivos com muito mais facilidade. Existem 2 tipos de mindset: fixo e de crescimento. São esses padrões de pensamento que refletem diretamente no sucesso da vida profissional e pessoal do indivíduo, e em todos os aspectos. Mindset FIXO: Pessoas com esse tipo de mentalidade acreditam que o talento é o único responsável pelo sucesso: ou você nasce com ele, ou não tem. Este tipo de mindset é muito bem representado pela síndrome de Gabriela (eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim). Mindset de CRESCIMENTO ou PROGRESSIVO: Pessoas com essa mentalidade acreditam que, com dedicação, esforço, aprendizado e força de vontade é possível crescer. Que os erros ensinam a desenvolver novas habilidades. Mas será que é possível mudar a forma de pensar, isto é, mudar o mindset? Com certeza você já ouviu falar em algum lugar na internet, sobre mudanças de mindset. Mudanças que estão atreladas à forma de se posicionar frente a situações na vida. Segundo a americana Carol S.Dweck, autora do livro “Mindset: a nova psicologia do sucesso”, é possível mudar a nossa mentalidade, basta tomar conhecimento dos dois mindsets, entender onde você se encaixa e, a partir daí, praticar exercícios diários para raciocinar e reagir de novas maneiras. Pessoas com mindset fixo costumam ter dificuldades com o novo, pois sentem-se inseguras e acabam perdendo boas oportunidades na vida por conta desse comportamento. Normalmente desistem quando são frustradas, não gostam de desafios e se sentem limitadas. Já quem tem mindset de crescimento aposta na novidade, no desafio, consegue ver oportunidades onde ninguém mais enxerga, pois costumam ressignificar o que deu errado para dar a volta por cima. Essas pessoas acreditam que tudo é possível quando se está aberto para aprender para crescer. Veja abaixo as diferenças entre o mindset fixo e o de crescimento. Fonte: https://blog.athonedu.com.br/ Da mesma forma que o mindset pode ser construído, ele pode ser alterado. Isso significa que você pode desenvolver uma nova realidade da qual gostaria de fazer parte e começar a viver a partir disso. Para mudar efetivamente algum hábito ou comportamento, é preciso mudar o seu mindset, ou seja, a sua forma de ver o mundo. Caso não haja uma mudança de mentalidade, é muito provável que atitudes sabotadoras e crenças limitantes acabem impedindo a mudança no comportamento ou que as mesmas atitudes de sempre sejam colocadas em prática. A partir do momento em que você realiza uma mudança efetiva no seu pensamento, o seu comportamento também se altera, passando a ser a sua nova realidade. Para a escritora Carol S. Dweck, não há um mindset certo ou errado e que todos nós possuímos os dois tipos, que variam de acordo com a situação, e, em cada área, é comum que haja a predominância de um tipo, mesmo que nem sempre seja o mesmo. E você? Preparado para ressignificar seu padrão comportamental?
DIETAS DA ATUALIDADE
RANKING DAS 3 MELHORES DIETAS DO MOMENTO Atire a primeira pedra quem nunca buscou por dietas na internet! Quem nunca, não é mesmo? A preocupação por um estilo de vida mais saudável tem se tornado um dos principais objetivos da população como um todo, não apenas das mulheres. As dietas de emagrecimento ainda são as queridinhas, porém existem outras que visam um algo a mais. Vamos conhecer? Seguem abaixo as 3 dietas que possuem mais adeptos no mundo segundo a revista “US News & World Report”. 1 – DIETA MEDITERRÂNEA Eleita em 2022, pelo quinto ano consecutivo, segundo a revista “US News & World Report”, a melhor dieta do ano, essa dieta (assim como as outras 2 que recebem mais adeptos, que são a Dash e a Flexitariana, também chamada de Semivegetariana) enfatiza a redução ou eliminação de alimentos processados e foca em refeições com muitas frutas, vegetais, feijões, lentilhas, grãos integrais, nozes e sementes. Estudos demonstraram que a dieta mediterrânea pode reduzir o risco de diabetes, colesterol alto, demência, perda de memória, depressão e câncer de mama. Também foram percebidos ossos mais fortes, um coração mais saudável e consequentemente uma vida mais longa. Sua principal característica é o uso de alimentos simples, à base de plantas, com a maior parte de cada refeição consistindo de frutas e vegetais, grãos integrais, feijões e sementes, com algumas nozes e uma forte ênfase no azeite de oliva extra virgem. Ela também dá adeus ao açúcar refinado e à farinha, exceto em raras ocasiões. Outras gorduras além do azeite, como a manteiga, raramente são consumidas. A carne aparece muuuito de vez em quando, apenas para dar sabor a um prato. Mas não fique triste! Em vez dela, as refeições podem incluir ovos, laticínios e aves, mas em porções muito menores do que na dieta ocidental tradicional. O peixe, no entanto, é um elemento básico e fundamental. “É mais do que uma dieta, é um estilo de vida”, disse a nutricionista Rahaf Al Bochi, da cidade de Atlanta, nos Estados Unidos, em entrevista à rede CNN. Segundo ela, que ensina a dieta mediterrânea para seus clientes. “[A dieta] também incentiva a comer com amigos e familiares, socializar durante as refeições, comer conscientemente seus pratos favoritos, bem como exercícios conscientes para um estilo de vida totalmente saudável”. Então, se interessou, mas não sabe como começar? Eu vou deixar algumas dicas para te ajudar. Comece fazendo uma refeição por semana à base de feijão, grãos integrais e vegetais, usando ervas e temperos para acrescentar sabor. Quando você perceber que uma refeição por semana está de boa, fácil de levar, acrescente então mais duas e inicie seu “desapego” da carne a partir daí. Os grãos que mudaram pouco ao longo dos séculos, conhecidos como “grãos antigos”, também são uma característica fundamental da dieta mediterrânea. Quinoa, amaranto, painço, farro, espelta, kamut (um grão de trigo que dizem ter sido descoberto em uma tumba egípcia) e teff (um grão etíope do tamanho de uma semente de papoula) são alguns exemplos. Quando comer carne, coma em pequenas quantidades. Para o prato principal, isso significa não mais que 85 gramas de frango ou carne magra. Melhor ainda: use pequenos pedaços de frango ou fatias de carne magra para dar sabor a uma refeição à base de vegetais, como um refogado. Repense suas sobremesas. As culturas mediterrâneas encerram as refeições com frutas da estação. Se estiver cansado de comer frutas frescas cruas, seja criativo! Por exemplo: cozinhe peras no suco de romã com um pouco de mel, reduza o molho e sirva sobre iogurte grego. Ou faça abacaxi e outras frutas grelhadas e regadas com mel, ou um sorbet de frutas, incluindo abacate (ele é uma fruta mesmo). Outras opções são rechear um figo ou uma tâmara com queijo de cabra e polvilhar com nozes, fazer uma torta de maçã crocante com arroz integral ou até mesmo uma torta de frutas com massa de trigo integral. O valor nutricional e os benefícios para a saúde da dieta mediterrânea foram documentados pela primeira vez no seminal Estudo dos Sete Países, que investigou a relação entre dieta e doenças cardíacas entre 13.000 homens que viviam na Grécia, Itália, Japão, Finlândia, ex-Iugoslávia, Holanda e Países Baixos. Estados Unidos de 1958 a 1999. O estudo demonstrou que o tipo de gordura – saturada, monoinsaturada ou poliinsaturada – é muito mais importante para a saúde cardiovascular do que a ingestão total de gordura. Mesmo até 40% do total de calorias provenientes de gordura pode ser bom para o coração, desde que a maioria das gorduras ingeridas seja insaturada, enquanto as gorduras saturadas são limitadas. Os benefícios da dieta mediterrânea, como já vimos, são inúmeros, mas ainda cabem alguns elogios. Ela une a família: os membros da família podem facilmente comer as refeições juntos, com pouca ou nenhuma modificação. E as opções de alimentação são saudáveis e balanceadas o suficiente para todas as idades. Possui baixo teor de gordura: a dieta incentiva o consumo moderado de gorduras saudáveis, como o azeite, e desencoraja as gorduras não saudáveis, como as gorduras saturadas – com menos de 30% do total de calorias provenientes de gordura. GUIA RÁPIDO DA DIETA MEDITERRÂNEA Encha seu prato com uma grande variedade de alimentos. Coma frutas, legumes, grãos integrais, feijões, nozes, legumes, azeite, ervas e especiarias diariamente. Coma frutos do mar e peixes pelo menos duas vezes por semana. Aves, ovos, queijo e iogurte são permitidos com moderação. Carne vermelha e doces devem ser reservados como guloseimas ocasionais. O copo ocasional de vinho tinto é aceitável. 2 – DIETA DASH A dieta Dash já é considerada uma das melhores em 2023 segundo a revista U.S. News & World Report’s. Os adeptos desse tipo de dieta adotam um hábito alimentar que visa reduzir a pressão arterial. É considerado um plano alimentar flexível, equilibrado e saudável para o coração. Em 1997, um estudo publicado no New England Journal of Medicine demonstrou o impacto positivo que uma dieta saudável pode ter no controle
Quando eu era mais jovem, via minha avó cuidando de suas plantas com todo amor e carinho, e acabei herdando dela esse mesmo amor. Dentre as espécies havia uma orquídea, que ficava grudada em uma amendoeira no meio do quintal. Eu gostava de admirar aquela flor delicada, que saía daquela touceira, cheia de pequenos insetos e resíduos de folhas e cascas da árvore, mas jamais imaginava que um dia aquela planta seria uma presença marcante da minha amada avó em minha vida. Quando minha avó faleceu eu herdei aquela orquídea. Lembro até hoje o quanto foi difícil destacá-la do caule da amendoeira. Embora suas flores sejam delicadas, suas raízes são poderosas, e todo cuidado deve ser tomado para que as mesmas não se arrebentem na hora da retirada e possam “morar” em outro lugar. Felizmente consegui honrar o legado de minha vozinha e hoje estou com esta orquídea fixada nas raízes de minha hera que está no muro, há cerca de 20 anos. Isso mesmo! A minha orquídea tem mais de 20 anos de idade. Hoje eu sei que minha orquídea tem nome e sobrenome. Ela se chama: Cattleya Harrisoniana. Vamos descobrir algumas coisas sobre ela? É uma espécie brasileira que tem como habitat a região que vai da Serra do Japi, em São Paulo, seguindo pela parte baixa da Serra da Mantiqueira, mangues de quase toda a Baixada Fluminense até o litoral norte do Espírito Santo. Altura: 30 a 40cm Luminosidade: meia sombra Floração ocorre apenas uma vez por ano, de dezembro a fevereiro; suas flores tem boa durabilidade (cerca de 1 semana). Gosta mesmo é de ficar enraizada em troncos de árvores ou em vasos de barro ou de xaxim. O substrato para o seu cultivo é aquele composto principalmente de folhas decompostas e xaxim (ou fibra de coco) macio. Ela não gosta do sol das 11 às 3 da tarde. Regas: devem ser constantes no início do desenvolvimento da muda. Depois, sempre que o solo estiver seco e uma vez por quinzena nos meses mais frios. Adubação: resumem-se às pulverizações quinzenais com NPK 10-10-10 (fertilizante foliar), utilizando a quantidade recomendada pelo fabricante. Dois meses antes do período da floração é recomendado usar NPK 4-14-8 (líquido).
CLÚSIA
É uma planta nativa do Brasil, que pode alcançar até 4 metros de altura. Sua folha é ovalada e pode ser verde brilhante ou manchadinha de branco ou creme, o qual chamamos de variegada. Essa lindeza de folhagem é multifuncional, podendo ser cultivada em vasos grandes ou servindo de cerca viva, fica um charme, já que aceita ser podada. Sua poda pode ser feita duas vezes ao ano e de preferência no início do inverno. Seu substrato tem que ser bem fértil e mantido úmido para que ela cresça feliz. A clúsia não costuma dar problemas com pragas, pois seu caule, folhas e frutos produzem uma substância chamada tanino que possui um gosto amargo e deixam de longe aqueles bichinhos sugadores, como cochonilhas. Sua reprodução é feita por estaca, que pega com facilidade desde que você saiba escolher um bom galho. Essa foto que você vê neste artigo é da minha clúsia, que eu fiz muda deste jeito, por estaca. Porém não pense que foi de primeira que ela pegou, esta foi a segunda estaca que eu plantei. Ao retirar a estaca é importante tirar um pedaço forte e com, pelo menos, três nós, para que ela enraíze melhor. Vamos fazer um pequeno manual de plantio. Tamanho: até 4 metros Mudas: por estaca Luz: meia sombra ou sol pleno Rega: muita água Flores: no outono (sem perfume) Adubação: mensal nos meses de verão e primavera e, nos meses de outono e inverno, a adubação pode ser de 2 em 2 meses. Crescimento: demora cerca de 3 a 4 meses Se sua intenção é fazer uma composição com outras plantas, seja no interior da casa (perto de uma janela) ou no exterior, em vasos ou cercas vivas, a clúsia é uma ótima opção.
