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GERÂNIOS

Originário da África do Sul, é uma espécie que consegue alcançar entre 60 e 90cm de altura. Existem dois tipos de gerânio: arbustivo (que fica mais ereto e pode ser feito maciço com ele; alcança até 70cm de altura) e o pendente, que forma lindas cascatas em floreiras, podendo alcançar até 80cm de comprimento. São considerados plantas semi-suculentas porque seus caules reservam bastante água. Para conseguir diferenciar o tipo de gerânio, basta verificar sua folha: o tipo arbustivo tem a folha mais pilosa, aveludada e perfumada (cheiro de malva); sua folha tem uma mancha que parece uma ferradura, o que lhe dá o nome de gerânio ferradura. Já o gerânio pendente tem a folha mais lisa, brilhante. Propagação: estaquia, sementes. As estacas podem ser colocadas em água ou em mistura arenosa para enraizar; elas devem ter pelo menos 2 ou 3 gemas (nós) Iluminação: sol pleno; porém preferem temperaturas amenas (eu aconselharia colocá-lo em local de meia sombra, se você mora em região muito quente, pois quando coloquei o meu em sol pleno suas folhas queimaram) ; redobre os cuidados em épocas de extremo calor ou em ambientes muito úmidos, que podem prejudicar a planta. No primeiro caso, será preciso aumentar as regas, já no segundo, o oposto, diminuí-las pela metade, para evitar o aparecimento de doenças causadas por fungos e bactérias, como míldio ou ferrugem, por exemplo. Rega: moderada Plantio: o ano todo Floração: o ano todo (principalmente na primavera e no verão), quando em boas condições de iluminação; formam-se buquês em sua extremidade, com flores em tons de branco, rosa e vermelho. Plantio: uma parte de terra e uma de composto orgânico (ou esterco ou ainda húmus de minhoca, nunca os três juntos) Durante o inverno o gerânio costuma perder suas folhas e ficar feio, porém não pense que ele morreu; ao passar a época de frio, ele ressurge com força e cheio de brotos.

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PEPERÔMIAS

Nativa das Américas, a peperômia é uma das plantas queridinhas, fáceis de cuidar e ótimas para o cultivo em ambientes internos. Existe em vários tipos diferentes e o mais legal é que elas não são tóxicas. Vamos aos cuidados… Luz: meia sombra, pois o sol é capaz de queimar as folhas e alterar a sua coloração. Rega: são plantas que retêm água e não gostam do solo encharcado. Por isso, sempre verifique a umidade antes de molhar a terra. Se ela ficar muito encharcada, suas raízes irão apodrecer e não é isso que você quer, não é mesmo? A rega só deve ser feita se, além da parte superior, o substrato mais profundo também estiver seco (ela deve ficar úmida). Mas, no verão, a peperômia deve ser regada com maior frequência do que no inverno. Lembre-se: folhas “gordinhas” armazenam água. Mudas: A peperômia é uma espécie que se reproduz por estacas (separe partes com 3 nós e enterre até o primeiro nó) ou divisão de touceira. Isso significa que, para criar uma nova muda, basta soltar um dos ramos da espécie (ele deve sair facilmente) e plantá-lo em um novo substrato. Rege regularmente para a muda vingar.

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ABACAXI ROXO

Nome Científico:Tradescantia spathacea Sinonímia:Rhoeo discolor, Rhoeo spathacea, Tradescantia discolor, Tradescantia bicolor, Ephemerum bicolor, Ephemerum discolor, Tradescantia versicolor Nomes Populares:Abacaxi-roxo, Moisés-no-berço, Espada-de-iansã Origem:Américas do Norte e Central, Guatemala e México Altura:pode alcançar de 0,3 a 0,6 metros Luminosidade:meia sombra ou sol pleno Ciclo de Vida: perene O abacaxi roxo é uma planta herbácea, rizomatosa, de folhagem perene e colorida, muito ornamental. No paisagismo, o abacaxi roxo é uma forração tropical e pode ser utilizado em maciços ou bordaduras sob sol pleno ou meia sombra, ou em composições com outras plantas igualmente geométricas, como agaves e bromélias por exemplo. Também é perfeito para jardins rochosos, crescendo entre as fendas. Pode ser plantado, ainda, em vasos e jardineiras. USO DO ABACAXI ROXO NA JARDINAGEM: É usado com frequência em maciços e bordaduras, tanto a meia sombra como em sol pleno. Vai bem em vasos, kokedamas, jardineiras e terrários fechados.   OBS: KOKEDAMAS  É uma técnica japonesa de arranjos suspensos, presos muitas vezes por fios de nylon ou cordas de sisal, que dão um toque rústico à composição. A aparência deste tipo de arranjo lembra a de um coco realmente. Algumas das principais espécies de plantas que podem ser usadas na técnica da kokedama são: palmeira chamaedorea; costela-de-adão; chifre-de-veado; samambaia; filodendros; zamioculca; suculentas; orquídeas; begônias; cactos; jiboia; jade REGA: Moderada, uma vez que gosta de solo bem drenado, recomendamos a rega duas vezes por semana, principalmente nos primeiros meses após o plantio. Depois de bem adaptado, torna-se tolerante a curtos períodos de estiagem e é capaz de vegetar sobre solos pobres e rochosos. O solo muito encharcado pode apodrecer suas folhas.   CULTIVO: Por ser uma planta rústica (sua aparência lembra bromélias), ela é de fácil cultivo, pega com muita facilidade. Para tirar mudas basta separar um dos vários brotos que surgem ao redor da planta mãe, por divisão de touceira, tendo o cuidado de deixar a mudinha com alguma raiz. Suas flores são discretas, brancas e surgem no meio das folhas em suas brácteas em forma de barco aninhadas nas axilas das folhas, daí o nome sugestivo de “moisés no berço”. Pode ser cultivada dentro ou fora de casa.   TERRA PARA CULTIVO: Por ser rústica, ela não é muito exigente com o substrato. Pode ser usada uma mistura de plantio composta de 2 partes de terra para jardim para 1 parte de esterco de gado (ou outro composto orgânico) e 1 parte de areia de construção para melhorar a textura do solo e evitar o encharcamento.

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LÍRIO DA PAZ

Nome científico: Spathiphyllum wallisii (originário da América Central) Naturais de climas tropicais, os lírios da paz crescem no solo da floresta e por isso estão acostumados com muita sombra. Mas florescem melhor quando expostos à luz direta da manhã algumas horas por dia. Em casa, podem chegar aos 40 cm de altura. Assim como o Antúrio, que é da mesma família, a parte branca do lírio da paz não é a flor dele. Essa parte é a inflorescência dele, a bráctea, folha de onde nasce a flor, que é essa haste que cresce no meio, chamada de espádice. LUZ O Lírio da Paz cresce melhor em sombra (2 horinhas de sol da manhã ou final da tarde, por dia, já são o suficiente). Nunca permita que sua planta receba luz solar direta, pois as folhas podem queimar, além de sofrerem demais com o calor. REGA Gosta de solo úmido (não pode ser encharcado porque apodrece suas raízes e folhas). Como dito anteriormente, ele não gosta de calor nem de sol direto, portanto, se estiver em período de muito calor e vento, o ideal é molhá-lo até duas vezes por dia, se for o caso. Use a regrinha do DEDÔMETRO: toque o substrato com a pontinha do dedo e verifique: Dedo saiu limpo e a terra está seca: a planta precisa de água Dedo saiu com um pouco de terra grudada: não é hora de molhar a planta (pode esperar até o dia seguinte) Dedo saiu completamente sujo de terra: quer dizer que toda a terra está molhada (ou até mesmo encharcada) e é importante deixá-la secar mais para poder regar novamente. O teste do dedômetro serve para qualquer planta de qualquer tamanho. Caso tenha esquecido de regar seu lírio da paz e ele ficou “desmaiado”, não se preocupe, faça a REGA DE EMERGÊNCIA desse jeito que vou te explicar: coloque o vaso num recipiente maior, encha com água até quase a boca do vaso e, deixe a planta umas duas horinhas ali que ela se recupera de um jeito quase mágico. OBS: especialistas alertam que todas as partes do lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisii) são tóxicas para os bichos. Os sintomas de envenenamento incluem irritação na boca e nos olhos, coceira, dificuldade de engolir e, nos casos mais graves, até de respiração. Mantenha-o longe de animais de estimação e crianças. Uma das características mais marcantes do lírio-da-paz são suas flores brancas, que surgem em caules mais longos do que a planta, mas se as flores do seu lírio-da-paz nascem, porém continuam verdes, ao invés de branco, é falta de luz solar. Neste caso, será necessário fazer o processo de RUSTIFICAÇÃO. RUSTIFICAÇÃO: Passe a planta aos poucos, bem devagar, pra um local onde bata o sol da manhã ou do finzinho da tarde. Essa transição lenta, chamada rustificação, fará com que seu lírio-da-paz dê flores brancas em algum tempo. Reprodução: por divisão de touceira. Retire a planta do vaso e, separe gentilmente as raízes do torrão. Replante cada touceira num vaso com substrato para mudas misturado com vermiculita, um mineral que ajuda a manter a umidade (parece isopor picado; é superleve e incha quando molhado, o que dá a umidade necessária que o lírio precisa). Se está separando uma planta mais velha, é um ótimo momento pra adubar e dar mais espaço pra planta crescer mais ainda. Uma boa sugestão é usar Bokashi, tanto o líquido quanto o farelado, que é um adubo bem completo, rico em macro e micronutrientes.

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ZAMIOCULCAS

As zamioculcas podem ser cultivadas em vasos ou em canteiros formando maciços. Preferem a meia sombra ou sombra e o solo adequado para elas é aquele rico em matéria orgânica, bem drenado, porém com certa umidade. É uma folhagem de baixíssima manutenção e de uma beleza exuberante que enche qualquer lugar em que esteja. No Feng Shui, costuma ser muito usada porque ela é ótima para proteção dos ambientes, para absorver energia negativa e eliminá-las também. Ela está ligada ao enriquecimento, e as folhas verdes e brilhantes também têm um significado de resistência, vida e esperança.   ORIGEM:  Tanzânia, na África. Seu nome científico é Zamioculcas Zamiifolia. Seu tamanho não passa de 1 metro de altura. Fazem parte da mesma família os antúrios e os copos-de-leite — todas plantas de meia-sombra que podem ser cultivadas em interiores.   REGAS: Por ser uma planta rizomatosa , ou seja, ela possui umas “batatinhas” em suas raízes, é uma planta que não gosta muito de água por isso evite regar muitas vezes na semana (1 a 2 vezes será o suficiente para manter o substrato úmido; evite acúmulo de água, pois pode ocasionar o amarelamento das folhas e apodrecimento das raízes, culminando na perda da planta).   PODA: Somente a de limpeza, e vamos combinar? É muito difícil aparecerem folhas amareladas quando a planta está bem cuidada; a menos que esteja no período do verão e o sol pegue diretamente nela na maior parte do dia (o que não é o indicado, pois ela é uma planta de meia sombra e sua necessidade de sol é bem pouca). Ah! E não se preocupe com pragas, pois elas são bem resistentes (mas, como seguro morreu de velho… faça a manutenção contra pragas usando a solução caseira de 1 a 2 colheres de sopa de detergente de coco, ou neutro, diluído em 1 litro de água).   MUDAS: A zamioculca tem o crescimento lento, entretanto quando está no seu auge, ela consegue dar várias mudas. As mudas são feitas através da divisão de touceira.

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ANTÚRIO

ANTÚRIO – o queridinho dos decoradores Conhecida como uma das plantas mais comuns nas casas de nossas avós, o antúrio chama a atenção por conta de sua beleza e cor vibrante. Por possuir uma flor em formato coração, essa planta maravilhosa, que inclusive já fez o “papel principal” (rs, rs) em novela de horário nobre, denota hospitalidade, felicidade e abundância. Embora a maioria de nós chame a parte colorida de flor, na verdade, ela é uma folha modificada (inflorescência) chamada de bráctea. Suas verdadeiras flores ficam agrupadas na espiga e são quase invisíveis a olho nu. Quando a espiga fica cheia de verrugas, é sinal de que as flores vão gerar sementes.   Nome científico: Anthurium andraeanum Origem: América Latina (Colômbia) Tipos: o vermelho é o mais conhecido, porém existem nas cores rosa, salmão, marrom, branco.   Cuidados: É uma planta tóxica. Cuidado com crianças e animais para que não coloquem-na na boca. Quem já tem antúrios pode usar esse guia de diagnósticos para identificar problemas ou ainda, entender o processo natural da planta. – Flor velha: as brácteas e as espigas ficam com um formato diferente e desbotado – isso não é um problema, é algo natural. – Flor desbotada: se as brácteas estão nascendo em um tom mais lavado, é falta da luz do sol da manhã. – Folhas amareladas: falta de adubo — vale trocar o substrato se a planta está muito grande ou é mais velha. – Partes moles: se as folhas ou o caule estiverem meio gosmento, é sinal de doença bacteriana. Remova a parte doente. – Pintinhas nas flores: uma doença chamada botrytis. Evite molhar a planta nas folhas, sempre despeje a água no substrato. Nada de substrato encharcado, use a técnica do dedômetro para saber quando molhar. Trate a planta com uma calda antifungo. – Lesmas: excesso de umidade. Verifique se o furo de drenagem está desobstruído e diminua as regas. Se já existem lesmas, use uma isca para removê-las   Cultivo: pode ser cultivado tanto em canteiros como em vasos. Gosta de solo rico em matéria orgânica e com boa drenagem; pode usar fibra de coco em seu substrato e não se esqueça de fazer a drenagem do vaso usando pedriscos, pedaços de telha, tijolo, no fundo do mesmo. É uma planta que gosta de calor mas não de sol direto, sendo assim ela prefere sombra e luminosidade indireta. A cada 4 anos troque-a de vaso para revitalizá-la. Com relação à rega, ele gosta de substrato úmido, no entanto cuidado para não encharcar. Molhe sempre que notar a terra seca. É muito fácil tirar mudas de antúrio, basta fazer a separação da planta em touceira (partes) deixando pelo menos 2 a 3 folhas saudáveis com as raízes.

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CACTO CASTELO DE FADAS

CACTO CASTELO DE FADAS SAIBA COMO CUIDAR, FAZER MUDAS E MANTER SEU CACTO CASTELO DE FADAS SEMPRE SAUDÁVEL  CACTO CASTELO DE FADAS Nome científico: Acanthocereus tetragonus Origem: Américas do Norte, Central e do Sul   DICA 1: LUZ É uma planta resistente tanto ao sol quanto ao frio; apresentam coloração verde quando não expostos ao sol direto e avermelhada quando são expostos. DICA 2: MUDAS (como propagar) dão várias brotações ao longo de sua haste formando uma colônia (são os seus “filhinhos”); para fazer mudas basta destacar suas brotações da planta mãe; nunca destaque brotos muito pequenos; dê preferência por aqueles que já têm cerca de 7 a 9 cm de comprimento pois irão pegar melhor. DICA 3: REGAS não gostam de muita umidade, sendo assim o seu substrato deve ser bastante poroso; deve ser molhado somente quando estiver realmente muito seco; se você deixá-lo (isso serve para aqueles que estão em vasos) sob chuva frequente (como acontece nos dias de inverno) com certeza eles irão se desmantelar e apodrecer. Falo isso porque já passei por essa situação e tive que replantá-los para não perder seus brotos; antes de plantar suas brotações, é necessário deixar secar a parte que foi retirada da planta mãe para que cicatrize (pode inclusive colocar um pouco de canela em pó no lugar do “ferimento”). VEJA MEUS CACTOS